O que é bom é-o sempre, e neste caso, a música de Chuck Berry

Ou vejamos o exemplo de Chuck Berry, com "Sweet Little Sixteen" e "Johnny B Goode"
Dos inícios do Rock n Roll? 1956,então?
Hoje continuam a ouvir-se, não tanto pelas próprias vozes, mas pelas vozes mais recentes, com maiores ou menores alterações melódicas e harmónicas, mas essencialmente, as mesmas músicas que fizeram os nossos pais serem o escândalo das gerações que os precediam e os apontavam como a causa de "o mundo estar perdido".
E como o que é realmente bom e não apenas uma moda, é sempre bom, um novo álbum de Chuck Berry vai ser editado e aposto que vendido assim que as distribuidoras os coloquem nas lojas.
A iniciativa é excelente e espero que se repita para muitos outros grandes nomes da música.
Já a nível da cinemateca, se têm feito excelentes lançamentos, quer de filmes conhecidos e grandes produções, (espero um dia poder adquirir o Reds com Jack Nicholson) , como a nível de colectâneas atribuídas a grandes realizadores da indústria cinematográfica, como Alfred Hitchcok, Steven Spielberg, Francis Ford Coppola (com o padrinho, embora nunca tenha percebido porque é que os seus filhos direcionados à "juventude inquieta", pareçam ter caído no esquecimento e que lançaram um ainda muito jovem,na aluta, Matt Dillon);e bem como, coletâneas direcionadas para atores que se destacaram na sua carreira, como Robert de Niro.
Na pintura também. E na literatura.
Ópera e música clássica, nem tanto. Pena! Mas hão-de lá chegar.
Enfim, as artes a destacarem-se pela positiva.
Maria Sou