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afterall

Enxaqueca - O grito do corpo mal tratado?

por maria sou, em 19.07.17

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Pessoal, aquele prego espetado num ponto da cabeça, quem já não o teve?

Parece que se conseguí­ssemos retirar aquele bocadinho da cabeça até ficava tudo bem.

Só que a dor naquele bocadinho impossí­vel de remover temporariamente, toma o controlo de tudo e nós ficamos sem o controlo de nada.

Queremos estar quietinhos, em silêncio e com luz reduzida ou mesmo em total escuridão. Todo o movimento é um arrastar de uma dor com um peso de toneladas. A dor parece ter corpo, volume e presença fí­sica.

Eu tenho dessas coisas.

Podem durar de horas até vários dias.

Como se não fossem suficientes por si, vêm muitas vezes acompanhadas de enjoos, tonturas e dificuldade na visão.

O que as causa?

É uma pergunta para a qual a medicina ainda não tem uma resposta concreta. Conhecem algumas causas, mas admitem que não as conhecem todas.

O que as cura? A farmacêutica conhece algumas soluções, mas também ainda não tem a resposta que cobre todas as causas das enxaquecas, aliviando-as.

Pois eu, tenho uma novidade sobre a medicação para a enxaqueca.

Já me foi prescrita medicação para as enxaquecas e tive de deixar de a usar porque aumentava a dor e os enjoos. (O que não quer dizer que não funcione com outras pessoas. Cada um com a sua dor). 

No iní­cio, pensei que era a dor que persistia já que após a toma havia sinais de abrandamento. No entanto, passado umas horas, a dor voltava mais forte, (sem nunca ter cessado na totalidade) e frequentemente, acompanhada de vómitos.

Reparei que algumas dessas dores eram causadas pelo stress.

Uma massagem na zona dorida é uma excelente e natural terapêutica.

Na cabeça, olhos, testa, nariz, parte posterior dos ouvidos, enfim, onde quer que sinta dor e o latejar das veias, fazer compressão e distensão da zona com os dedos, sem exercer muita pressão. Como se auxiliasse no bombear do sangue nessa zona. Mais pressão, menor fluxo, menos pressão, maior fluxo.

E quando a dor não passa? Tomar um analgésico.

E quando após a toma de um analgésico a pergunta ainda é: -Porque é que os comprimidos não resultam e até parece aumentar a dor?

É que muitas vezes, a enxaqueca é causada pela comummente chamada, crise de fí­gado.

Depois de uns dias a abusar de tudo o que nos sabe bem, o fí­gado bate à  porta e lembra que existe e que é tempo de cuidarmos dele.

Nesses casos, é mais acertado cuidar da enxaqueca tratando o fígado com uma simples "água das pedras" que é salgada e própria para tratamento do fí­gado, (não uma qualquer água gaseificada), ou com cholagutt ou outro qualquer medicamento para alí­vio do mal estar do fígado, do que tomando um analgésico que vai intoxicar ainda mais esse orgão e consequentemente, aumentar o mau estar geral e a enxaqueca.

Haverá também estados inflamatórios que provoquem esta dor?

Não imagino.

Só sei que uma vez, não tendo mais nada em casa, recorri ao que tinha e tomei um anti-inflamatório com arginina, que acho que é um anti-inflamatório com proteção gástrica, (segundo me disseram na farmácia), e desde aí­, quando a massagem e a água das pedras ou o cholagutt não são suficientes., não quero outra coisa para a enxaqueca. 

É tiro e queda.

Regularmente, não faço qualquer tipo de medicação e evito ao máximo tomar o que quer que seja, exceto quando tenho absoluta necessidade. Também se vejo que um medicamento que devia ter efeito imediato para um problema de momento e não tem, não insisto. No caso da enxaqueca, só tomo inicialmente para parar a dor e repito a dose quando a dor reincide até ao insuportável. Se não faz efeito, é porque o problema já é outro e então recorro à limpeza do fígado, alimentação super saudável, ingestão de água, chá e zero açucar. Aliás, o açucar provoca-me uma sensação de dilatação do cérebro. Por exemplo: Se comer rebuçados, a certa altura parece que a caixa craniana não comporta o conteúdo.

Não faço a apologia da medicação. Nem a apologia de que as coisas só têm uma solução. 

A mente foi feita para pensar. Já Einstein dizia qualquer coisa no género de: " Tolo é quem espera resultados diferentes de uma mesma ação."

Se perante uma solução, a dor persiste, talvez o problema tenha outra origem e outro tratamento. Talvez até nem precise de grande tratamento, mas de uma atenta observação das causas.

Quem sabe a solução para algumas dores se encontra nas pontas dos dedos, numa simples água mineral ou na cessaçao de hábitos alimentares prejudiciais aos orgãos que têm o seu limite de tolerância?

Espero ter ajudado e rápidas melhoras 

Maria Sou

 

 

Pedrógão Grande e os 13 milhões de donativos a distribuir pelas vítimas

por maria sou, em 16.07.17

Estarei a ser simplista ou a questão que se coloca quanto à forma como se procederá à distribuição  do valor de 13 milhões arrecadado por diferentes instituições, não é assim tão complicada?

Primeiro e o mais difícil - Cada pessoa deve arrolar os bens perdidos e com esse rol apresentar a sua candidatura ao apoio financeiro, por exemplo, na Junta de Freguesia.

Segundo - Recolhida esta informação avaliar o total necessário para responder às necessidades mais prementes. Ex: habitação, empregos.

Terceiro - Atribuir a cada um o valor que lhe possa ser dispensado e que lhe permita um reinício, face ao total dos prejuízos calculados e da relevância de cada perda na vida da vítima. Exemplo: A perda de um carro para um, pode significar a perda de um luxo e para outro a perda de um meio de trabalho. O primeiro não vê contemplada a perda do carro no valor a receber, se os donativos não forem suficientes, já o segundo, terá de ver contabilizado o valor da víatura no donativo a receber.

Quarto - Solicitar às instituições que recolheram os fundos os valores correspondentes até à exaustão das verbas. Cada instituição fará a entrega diretamente à pessoa que lhe for consignada.

Quinto - Utilizar algum desse fundo para comprar qualquer viatura ou material necessário para os bombeiros.

 

Estarei errada?

Maria Sou

Tarte de Maracujá

por maria sou, em 06.07.17

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Com o calor do Verão, sabe bem uma sobremesa fresquinha.

 

Pegue num pacote de bolacha Maria e triture as bolachas.

Derreta 125 gr de manteiga e envolva-a na bolacha Maria triturada.

Cubra o fundo de uma tarteira com este preparado e leve ao frigorifico. Vai permanecer aí até que a cobertura de maracujá fique pronta.

 

Vai dar muito trabalho?

Absolutamente nada.

Prepare uma saqueta de gelatina tutti-fruti ou de limão se for apreciador de doces/ácidos, pelo processo normal. (Água a fever, acrescenta saqueta de tutti-fruti, água fria, sabe como é, não sabe? Se não sabe, tem de ver as instruções na embalagem.)

Nota: Roubo sempre um bocadinho da água recomendada para a gelatina, porque vamos acrescentar sumo de laranja e de limão, que são sumos pouco espessos).

Ora então, pronta a gelatina, acrescentamos:

Sumo de 1 laranja

Sumo de 1/2 limão ou 1 se forem pequenos.

1 lata de polpa de maracujá (aproveitar a parte mais espessa da polpa)

1 lata de leite condensado

Como o leite condensado é muito doce, a acidez dos frutos vai equilibrar.

Retire a tarteira do frigorifico e acrescente o preparado com cuidado para não abrir orifícios na base de bolacha.

Vai ao frigorifico até ficar sólido. Se estiver a custar a solidificar, leve ao congelador até que comece a notar-se o processo a acontecer. Quando tal for visível, reponha na parte de refrigeração, retirando da congelação.

Lambuze-se

Maria Sou