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Kathy freston, ex-modelo lançou o livro de receitas vegan, " Quase Vegan". Sim, porque não e' 100% vegan.
Temos de concordar que parece resultar.
Não volto ao espelho até experimentar...
Maria Sou
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Kathy freston, ex-modelo lançou o livro de receitas vegan, " Quase Vegan". Sim, porque não e' 100% vegan.
Temos de concordar que parece resultar.
Não volto ao espelho até experimentar...
Maria Sou
E aqui vamos nós de novo.
Desfolhando uma revista cheia de conselhos sobre como ser feliz na relação, o halloween serviu de argumento para mexer no tão remexido tema : sexo
Como viver o Halloween com o parceiro?
1- No escurinho mas em publico
2- Disfarçada
Olho para estas duas sugestões e o que vejo?
1- desde que não veja que és tu
2-desde que te apresentes parecida com tudo menos contigo mesma
a festa vai ser de arromba.
Deve ser por isso que há homens que depois de experimentarem a fantasia, não conseguem viver de outra forma.Não lhes apetece voltar para a esposa de sempre.
E assim vai resvalando a minha mente, pelas veredas da ironia, do cinismo e do jocoso que tantos momentos hilariantes proporcionam se os soubermos explorar e recriar em novas e caricatas situações.
A verdade e' que desde que ninguém seja magoado e tudo seja consensual , cada um e' livre de fazer o que bem lhe apetece.
O que não podemos e' fazer do que era proibido antigamente, a única coisa verdadeiramente com sentido nos dias de hoje.
Feliz halloween, qualquer que seja a forma escolhida para celebrarem a data.
Maria Sou
Numa era que se envaidece de ser altamente sociável e ávida de aplicações que lhe fornecem a possibilidade de estabelecer contactos em quantidade e em todo o mundo, a intrig sórdida continua a marcar presença.
Salvaguardando a nossa posição por entre termos como "coitadinhos,pena e medo de magoar", engrossamos a hoste de divulgadores do segredo que só não se revela ao interessado.
Tal atitude,, serve apenas para enterrar a vitima, enaltecer o que falsamente manifesta o seu pesar, fazendo crer que e' portador de um benemérito coração, quando na verdade se está a borrifar para tudo e sobretudo para o que podia fazer para evitar que o vexame atingisse proporções desmesuradas e por vezes, sem fundamento.
Se um assunto pernicioso para alguém nos interessa ao ponto de fazermos dele tema de conversa, porque nao falarmos diretamente com a vitima em vez de o comentar com os demais?
A frontalidade e' a base de relações fortes e pró-ativas, pois se inialmente a verdade nua e crua pode parecer chocante, o facto de sabermos "as línhas com que nos cosemos" faz com que sigamos confiantes sobre o chão que pisamos.
Falar e um sinal de abertura,alerta,preparação da mudança e da restituição da verdade. Comentar e' o início da falsa amizade e da destruição.
Solidária
Maria Sou